Gabriela Vaz-Pinheiro é licenciada em Escultura pela Faculdade de
Belas-Artes da Universidade do Porto; possuindo o European Scenography Master of Arts por Central Saint Martin's College e Utrecht School of the Arts; o Mestrado Theory and Practice of Public Art & Design pelo Chelsea College of Art & Design; e Doutoramento por Projecto com o Chelsea College, com a Tese: "Art from Place: the expression of cultural memory in the urban environment and in place-specific art interventions". Foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian, Secretaria de Estado da Cultura, Contemporary Art Society e The London Institute. Tem realizado vários Seminários de natureza interdisciplinar em Portugal e estrangeiro, bem como a publicação de textos em revistas de arte e investigação artística. Expõe colectiva e individualmente, como Gabriela Vaz, desde 1985, em Portugal e no estrangeiro, com alguns Prémios e Menções. Grande parte do trabalho recente versa o reposicionamento de conceitos como: localidade e a revogação das iconologias locais, narrativas do quotidiano, território e fluidez. Algumas destas questões tomam a forma de intervenções de carácter referencialmente contextual, tanto em Portugal como no estrangeiro.


Autora de títulos no âmbito da arte portuguesa dos séculos XIX e XX.
Desenvolveu actividade no Pelouro da Cultura da C.M. Matosinhos e no
Departamento de Museus da C. M. Porto. Desde 2004 é docente na Escola
das Artes da Universidade Católica Portuguesa e prepara o doutoramento
na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.


Professora universitária, editora dos projectos editoriais Alíngua,
Satélite Internacional e Braço de Ferro, performer do projecto musical
Flanela de Tal, Artista plástica, membro fundador dos colectivos
artísticos Caldeira 213, ZOiNA, Ateliers Mentol e Traste.


Nasceu em Lisboa em 1966. Trabalha em Lisboa e no Porto.
Artista plástico de formação, comissário de exposições e produtor de
projectos culturais. Fundador e membro da direcção da PLANO 21.
associação cultural (www.plano21.net).
Apresenta o seu trabalho individualmente e em colectivo desde o início da
década de 90. Através da aproximação à realidade social, a sua produção
assume fortes contornos de afirmação política. A contaminação entre as
várias disciplinas - visuais e performativas - e a diversidade de suportes
usados caracterizam o seu trabalho. Participou e comissariou numerosas
exposições, independentes e institucionais, que marcaram o desenvolvimento do trabalho de uma nova geração de criadores. Comissariou, entre outras, as exposições: ANATOMIAS CONTEMPORÂNEAS, O CORPO NA ARTE PORTUGUESA DOS ANOS 90 (1997); PLANO XXI / PORTUGUESE CONTEMPORARY ART. CINEMA & MUSIC (2000); URBANLAB.bienal maia (2001); W.C. CONTAINER (1999-2001); IN.TRANSIT (2002- ); TERMINAL (2005).

www.paulomendes.org


Ricardo Nicolau (n.1976) é crítico de arte e comissionário de exposições. Trabalha desde 2006 como Adjunto do Director do Museu Serralves, no Porto. Foi director da revista contemporânea Pangloss e colaborou em diversas outras publicações, nacionais e internacionais, como a W-Art e a Contemporary. É autor de diversos ensaios sobre artistas portugueses e internacionais, publicados em livros e catálogos. É autor do livro Fotografia na Arte, publicado pelo jornal Público e pela Fundação Serralves. Desde 2006, é curador responsável pela programação do espaço dedicado à arte contemporânea Chiado 8, em Lisboa.

 
 
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